Se você está lendo este artigo de madrugada, com as luzes apagadas, o peito de fora e lágrimas nos olhos de tanto cansaço, a primeira coisa que preciso te dizer é: respire. Você não está sozinha, você não é uma mãe ruim e tudo o que você está sentindo agora diante da exaustão na maternidade real é perfeitamente compreensível.”
Frases como “minha filha não me deixa dormir”, “ela só pensa em mamar” e, o desabafo mais dolorido de todos, “acho que vou morrer de exaustão depois da maternidade” são muito mais comuns do que a internet mostra. A exaustão na maternidade real é um peso físico e mental avassalador.
Neste post do Manual da Gigi, não vamos falar de rotinas perfeitas de comercial de TV. Vamos falar sobre a vida como ela é, e como sobreviver a essa fase sem pirar.
“Minha filha não me deixa dormir”: O mito do bebê que dorme a noite toda
A privação de sono é uma das maiores formas de tortura que existem. Quando passamos semanas sem dormir mais do que duas horas seguidas, o nosso cérebro falha, o corpo dói e o emocional desaba.
É importante entender que o sono dos bebês não é igual ao dos adultos. Eles acordam por sobrevivência, por fome, por marcos de desenvolvimento ou apenas para ter certeza de que a mãe continua ali. Não se culpe achando que você está errando em algo. O sono vai melhorar, mas enquanto esse dia não chega, a sua prioridade deve ser aceitar ajuda e tentar descansar em qualquer brecha que o dia der.
“Ela só pensa em mamar”: O cansaço da livre demanda
A amamentação em livre demanda é linda no papel, mas na prática pode ser exaustiva. Ver a sua filha querendo o peito o tempo todo dá a sensação de que o seu leite é fraco ou de que você virou uma “chupeta humana”.
Na maioria das vezes, o bebê não quer o peito apenas por fome. O peito é o porto seguro dele. É onde ele encontra o cheiro, o batimento cardíaco e o calor da mãe — o único mundo que ele conhecia antes de nascer. Para tornar esse processo fisicamente menos doloroso para as suas costas e braços, investir no seu próprio conforto é fundamental.
“Para aliviar a dor nas costas e o peso nos braços durante as mamadas infinitas, uma boa sustentação muda tudo. Você pode conferir opções confortáveis de Almofadas de Amamentação Ergonômicas na Amazon que ajudam a aliviar a postura da mãe.”
“Acho que vou morrer de cansaço”: Cuidando da mãe que ninguém vê
Quando o bebê nasce, todos os olhares se voltam para ele. Ninguém pergunta se a mãe conseguiu almoçar, se ela tomou banho ou se ela está conseguindo processar tantas mudanças. O sentimento de que você “vai morrer de cansaço” é o limite do seu corpo pedindo socorro.
Para sobreviver a essa fase de privação extrema, você precisa abrir mão do controle da casa. A louça pode acumular, a roupa pode ficar sem passar. Foque apenas no básico. Beba muita água (a amamentação dá uma sede absurda) e tente manter pequenas coisas por perto para facilitar a sua madrugada.
“Na madrugada, levantar para pegar água fria ou café quente é um sofrimento a mais. Deixar uma Garrafa Térmica de Fácil Abertura ao lado da cama salva a rotina de amamentação noturna.”
Ufa vai passar, eu prometo
A maternidade real é exaustiva, mas ela é feita de fases. Essa fase do bebê grudado no peito 24 horas por dia e das noites em claro vai passar. O cansaço vai diminuir, o sono vai voltar a acontecer e você vai se reencontrar como mulher.
Não tenha vergonha de chorar, de desabafar e de dizer que está exausta. Amar o seu filho não tem nada a ver com gostar de ficar sem dormir. Aguente firme, mamãe. Você está fazendo um trabalho incrível, mesmo nos dias em que sente que está no seu limite!

